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Psicóloga é articuladora de rede da infância e adolescência

Luciana Martins Lopes, 26 anos, concluiu o curso de Psicologia em dezembro de 2009 e antes mesmo de começar a estudar já se interessava por saúde pública. Após assistir algumas aulas em diversas faculdades de Uberlândia e da região, percebeu que a Unitri tinha profissionais que atuavam na saúde mental do município. “Saber que havia professores inseridos na minha área de interesse foi o diferencial e em 2004 o curso de Psicologia da Unitri era o único reconhecido pelo MEC em Uberlândia”, conta.

Durante o curso, Luciana Martins fez estágio em duas áreas diferentes: Psicologia Comunitária e Psicologia Clínica. “Considero o estágio meu primeiro trabalho como psicóloga. Foi importante já que continuo atuando de forma similar ao que era realizado no estágio e o mais interessante é iniciar a profissão com supervisões que eram realizadas semanalmente por professores. Após quatro meses de formada comecei a trabalhar na saúde mental de Uberlândia, trabalho que continuo ate hoje e trabalhei em duas unidades de saúde (CAPS).

Atualmente, a psicóloga faz especialização em Psicodrama, é Articuladora da rede da infância e adolescência de Uberlândia, atende no consultório particular desde que concluiu o curso e, há um ano, em uma clinica popular. Segundo Luciana, o trabalho proporciona uma interlocução com os diversos atores envolvidos na infância e adolescência como escolas, setor jurídico e conselhos tutelares, além da comunicação entre os serviços de saúde da cidade.

“A Unitri me apresentou a Psicologia, especialmente através dos ótimos professores. Independente da área que o aluno escolher, há profissionais atuantes. A Unitri mostra todas as possibilidades com qualidade. Meu conselho aos futuros profissionais é que no início do curso não se prendam a uma ou outra teoria, mas que estejam abertos a conhecer tudo sem preconceito. Porque na prática, quando estamos com um sujeito em sofrimento, as teorias ficam vazias. É importante conhecer as teorias a ponto de poder esquecer e lembrar que o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para todas. Por isso, quanto mais conhecimento melhor. Não sejam psicólogos de um livro só. Ampliem, pois o ser humano é muito maior que qualquer corrente teórica”, finaliza a ex-aluna da Unitri.

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